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São Paulo possui o Centro de Contingência do Coronavírus, o qual tem adotado uma série de medidas com o objetivo de evitar a disseminação do vírus no estado. Recentemente, foi autorizada a flexibilização gradativa do comércio, com um planejamento dividido em cinco fases, de diferentes cores (vermelha, laranja, amarela, verde e azul, em ordem crescente).

De acordo com coletiva realizada na sexta-feira (03), o governo de São Paulo divulgou alterações neste planejamento, dando sinais sobre a volta do setor de eventos.

Os municípios que permanecerem por quatro semanas consecutivas na fase amarela (fase 3) poderão retornar com eventos, convenções e atividades culturais, tais como: museu, galeria, acervo, centro cultural, biblioteca, cinema, teatro e sala de espetáculo. Por exemplo, a capital poderá retornar com essas atividades em 3 de agosto, ao completar 30 dias na fase amarela. Entretanto, é preciso seguir as seguintes regras:
– ocupação de apenas 40% da capacidade total;
– funcionamento reduzido (6h diárias);
– público sentado em assentos com distanciamento (restrição a evento em pé);
– uso de máscara obrigatório;
– venda antecipada online, com assentos marcados e horários pré-agendados;
– suspensão do consumo de comidas e bebidas;
– controle de acesso de pessoas.

Já os grandes eventos ainda estão mais distantes, segundo cronograma, que seria na fase verde (penúltima fase). Grandes eventos e atividades com aglomeração estarão permitidos após 30 dias consecutivos do estado na fase verde. Desta forma, a data prevista para retorno é 12 de outubro. Os protocolos ainda continuam em obrigatoriedade:
– ocupação de apenas 60% da capacidade total;
– público em pé, mas com distanciamento (marcações dispostas para delimitar a distância);
– uso de máscara obrigatório;
– venda antecipada online, com assentos marcados e horários pré-agendados;
– controle de acesso de pessoas.

Entretanto, o documento recomenda que pessoas do grupo de risco apenas participem de atividades essenciais.

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